segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

NÃO!!!! NUNCA!!!! Onde está a solidariedade europeia?

Sair do euro é a melhor forma de recuperar as economias de Portugal, Grécia e Irlanda, refere Andrew Bosomworth, da Pimco.

"Sem moeda própria e sem grandes transferências de fundos, a Grécia, Irlanda e Portugal não serão capazes de cair de pé", disse Andrew Bosomworth, que dirige a carteira de investimentos europeus da Pimco, uma das maiores gestoras de activos mundiais, em entrevista ao jornal alemão Die Welt.

Com divisas próprias, Portugal, Irlanda e Grécia poderiam desvalorizar e tornar as exportações mais competitivas, atingindo assim o crescimento económico necessário para cumprir os compromissos como credores internacionais, acrescentou.

Quando as economias voltarem a crescer a ritmos mais rápidos, as três economias voltarão a ganhar a confiança dos mercados de dívida e poderão voltar à zona euro, disse Bosomworth na entrevista, citada pela agência noticiosa France Press.

O responsável afirmou ainda que a Bélgica, Itália e Espanha deverão ser capazes de resolver os seus problemas de dívida mantendo-se na zona euro e previu "no prazo mais ou menos longo" a concretização da emissão de títulos comuns de dívida pública pelos países da zona euro (a chamada eurobond), medida que já atraiu a oposição de França e Alemanha.

Desde que a crise da dívida europeia começou em Maio, com a Grécia a chegar perto do incumprimento, diferentes analistas levantaram a possibilidade de um ou mais países abandonarem a zona euro.

No entanto, a maioria dos economistas considera que os custos do abandono da moeda única e os aumentos dos custos de financiamento que a medida acarretaria são suficientes para dissuadir qualquer país de deixar a zona euro.

O espaço da moeda única está prestes a crescer para 17 países, com a adesão, em Janeiro, da Estónia.
Jean-Claude Trichet afirma que o euro não causou a crise de dívida soberana na Europa. O presidente do Banco Central Europeu (BCE) pediu aos países da zona euro mais determinação para combater a crise.


Trichet descredibiliza as afirmações que culpam o euro como responsável da crise europeia. "O euro é uma moeda credível e a prova disso mesmo é a manutenção do seu valor nos seus doze anos de existência", afirma. O presidente do BCE pede ainda aos países da zona euro que "assumam as suas responsabilidades individual e colectivamente".

No caso da Irlanda acrescentou que é necessário que o país seja "extremamente rigoroso" no cumprimento do plano.

A probabilidade de default (incumprimento da dívida soberana) da Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha, Itália e Grécia continua a subir mantendo a tendência de desconfiança já observada na cimeira dos 27 da União Europeia.

Portugal mantém o 6º lugar no TOP 10 mundial desse risco, subindo de 33 para 34,4 por cento.

TVNET - "O fim do euro está fora de questão", Trichet

TVNET - "O fim do euro está fora de questão", Trichet

Contas....para quê e para quem???

O Orçamento de Estado é mau! Facto! Orçamento sem qualquer criatividade e transparência.

É fácil reduzir salários e aumentar impostos, apesar de todos sabermos quais as consequências inerentes! Será também mais fácil debelar as convulsões sociais que se avizinham, do que controlar os interesses instalados e o poderossímo efeito do capital financeiro???

Governo recusa revelar despesas dos gabinetes.

A associação sindical dos juízes interpôs 17 acções no Tribunal Administrativo de Lisboa, para que este obrigue todos os ministros do actual Governo a revelar quanto gastam os respectivos gabinetes em despesas de representação.